sexta-feira, 14 de agosto de 2015

LIDERANÇA: A COISA TÁ FEIA!

Sou do tempo que as pessoas seguidoras de Jesus Cristo eram mais meticulosas no cumprimento do seu dever no seu caminhar, vestir, falar, atitudes etc.  Havia mais seriedade no servir ao Senhor em que pese existir, ali, mais perseguição aos declarantes convertidos ao Pastor dos pastores. Contudo, o pecado acontecia, porém numa escala abaixo do que se verifica hoje de forma escandalosa e aberta publicamente sem  nenhum temor a Deus. Um deles é o pecado da prostituição, presente em quase todos os setores cristãos. E não é uma prerrogativa somente do homem, por exemplo, de como acontecia em tempos áureos do Evangelho em nosso País. A mulherada (com exceções, claro!) entrou em campo e estão abusando da liberdade religiosa.

Por isso precisamos observar mais a Palavra de Deus. A Bíblia diz que, “se o homem olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” – Mateus 5:27-28. Já em Mateus 18:6, o texto bíblico diz: “Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse jogado na profundeza do mar”.

No capitulo 5:27-28, Jesus deixou claro que a graça é mais severa que a lei. Pela lei só era considerada prostituição se houve a prática do ato sexual; na graça, Cristo avisa que só em pensar em possuir uma pessoa (mulher ou homem, segundo o meu entendimento), já era considerado pecado.

Já no capítulo 18:6, quando se fala dos tropeços, deixa claro que dura coisa é fazer um dos pequeninos do Senhor pecar. Não era simplesmente aquela criança que estava no colo de Jesus, mas todos aqueles que estão servindo ao Senhor, que muitas vezes são tentados pela “coragem” das mulheres ao andar seminuas, inclusive dentro de muitas igrejas evangélicas.

Tem hora que eu penso que a maioria dessas mulheres que quer viver de todo jeito, sempre externando suas carnes, deixando-as de fora como forma provocativa de despertar o desejo carnal nos homens, nunca tivera um encontro verdadeiro com Jesus Cristo. Elas anda seu pudor, deixando os seios de fora, shortes curto e quase sem tecido, calcinhas à mostra. Como diria o amigo Juarez Amaral de Medeiros (Rádio Cidade Esperança), “essas mulheres não tem um tico de vergonha na cara”.

Aliás, a situação está tão feia (para quem procura viver sob princípios cristãos), que, ao contrário do que acontecia antigamente, quando os homens é que procuravam as mulheres, hoje as mulheres é que dão em cima dos homens. Convida-os para sair, para fazer sexo, para beber, para ir à festa além de outras coisas. E dentro de algumas igrejas existem muitas jovens, adolescentes (adolescentes, sim), querendo imitar esse modelo mundano que se vive fora da igreja.

Contudo (assim penso, com base nos textos bíblicos lidos), que da mesma forma como os homens irão pagar diante do Senhor por conta do pecado no seu coração, a mulher vai pagar um alto preço por fazer alguém do sexo oposto cair na tentação e deseja-la.


Líderes que choram

Por Ivan Marcos Krüger

Nos padrões normais da hierarquia, ou você lidera ou é liderado. Quanto mais poder de decisão uma pessoa tiver, mais ela influenciará, positiva ou negativamente. Quando abrimos a Bíblia, percebemos uma realidade diferente, uma perspectiva vista sob um outro ângulo e por isso tão dificilmente aceita por muitos líderes atuais.
Seja líder ou liderado, um deve entender e compreender as necessidades e tarefas do outro. Líderes ajudam, criam, correm atrás, delegam, apaziguam, enfim, carregam fardos aparentemente pesados demais.
O líder muitas vezes é a pessoa perfeita aos olhos de seus liderados, quando na verdade é bem o contrário, pois somos tentados segundo nossas forças e nem sempre vencemos. Todos passam pelas mesmas aflições, dúvidas e medos. A diferença está na coragem e na vontade. As pessoas esquecem de que os líderes também têm sentimentos e que precisam de seus liderados para os ajudar. O líder ensina, dá o exemplo, mas precisa de alguém que o fortaleça de igual maneira.Não foi diferente na vida de Jesus. Ele precisou do pai, precisou orar muito, precisou dizer não e trazer à luz a verdade desconhecida pelas pessoas. Líderes trabalham com pessoas e estas podem magoar, decepcionar, muitas vezes até sem querer, mas o fazem. Isso tudo causa um desconforto muito grande no coração, gerando sentimentos como o desânimo, a mágoa, e até a raiva. Muitos métodos são corretos para aliviar este desconforto como a atividade física, o relaxamento, as férias, mas nada é tão eficiente quanto a oração, a conversa, e o choro. Não quero aqui incentivar a lamúria e a reclamação, apenas que não nos tornemos uma panela de pressão, o que não é difícil acontecer devido às muitas atribuições da liderança.

Este sentimento externado revelou o lado humano de Jesus, e é uma válvula de escape aos responsáveis por uma organização. Líderes trabalham com sentimento, decidem pela razão, e conhecem as conseqüências de inverter estas palavras. Por tantas vezes Jesus acalentou, ouviu, perguntou e sarou e mais tarde, precisou destes mesmos gestos.

Talvez estejamos cansados de carregar o fardo das outras pessoas, estejamos fartos de escutar e de organizar, e necessitamos de alguém que nos ajude. Não somos super-crentes, nem tampouco vamos ser. Somos exigidos na medida de nossa fé. E temos a palavra de consolo de nosso Mestre que diz “Vinde a mim os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”.

Talvez Deus queira ouvir o seu clamor, ver suas lágrimas atingindo o chão e suas mãos estendidas aos céus suplicando forças. Imagino Jesus sentado numa pedra convocando a você e a mim, líderes e liderados a escutarem o que ele nos tem a dizer e passando sua mão em cada rosto cansado.

Pela palavra de Deus podemos quebrar nosso coração de pedra e eliminar todos os sentimentos lá arraigados. Vamos derramá-lo nos pés do Senhor. Ele nos chama! Simples e óbvio para nós cristãos, mas facilmente esquecido.
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LIDERANÇA

Introdução

O estudo da liderança é de suma importância, principalmente, na época em que estamos vivendo, a fim de ajudar o homem escolhido por Deus a ter sucesso em sua missão. O desconhecimento deste magno assunto leva o líder cristão a incorrer em erros e problemas que poderiam ser evitados, caso fossem tratados de acordo com as técnicas de liderança conhecidas nos livros que versam sobre o assunto.
Neste artigo, abriremos uma janela por onde poderemos descortinar a possibilidade de melhorarmos o exercício da liderança no meio do povo de Deus.
Diante disto, na janela aberta, descortinaremos as fases macros da liderança cristã: A Chamada para a Liderança, A Capacitação para a Liderança, A Definição do Espaço da Liderança, O Exercício da Liderança e a Recompensa da Liderança.
O aprofundamento do assunto, caso se deseje, deverá ser buscado nos livros que tratam do assunto, existentes no mercado e aos pés do Senhor em oração.
Antes de desenvolvermos sucintamente as fases da liderança cristã, é conveniente fazermos conhecidas dois conceitos sobre Liderança:
a) Liderança Natural: “Pode ser definida como sendo aquela qualidade num homem, que inspira suficiente confiança a seus comandados de modo a aceitarem suas idéias e obedecerem ao seu comando”.
b) Liderança Cristã: “É uma vocação em que há uma perfeita mistura de qualidades humanas e divinas, ou um trabalho harmonioso entre o homem e Deus destinado ao ministério e bênção das demais pessoas”.
Nas definições de Liderança constantes dos Manuais de Administração é comum encontrarmos as expressões: “ser aceito e respeitado pelo grupo”, “Capacidade de unir e manter coeso o grupo”; “Manter um bom relacionamento com o grupo”; “Identificação com o grupo”; “Levar o grupo a consecução dos objetivos”; “Influenciar”; “Inspirar confiança”, etc.

1) A Chamada para a Liderança
“Paulo chamado pela vontade de Deus, para ser apóstolo de Jesus Cristo…” 1 Co 1.1
A Chamada da genuína liderança cristã vem exclusivamente de Deus. Na obra de Deus ninguém deve querer levantar-se a si mesmo como líder, isto é o que entendemos estudando a Bíblia Sagrada. O Senhor, segundo o beneplácito de Sua Soberana Vontade, tem escolhido e chamado pessoas, de ambos os sexos, para exercerem atividade de Liderança no meio da Igreja. Para consolidar o assunto, mostraremos alguns versículos bíblicos: “Veio a mim a Palavra do Senhor dizendo: antes que eu te formasse no ventre, te conheci e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta”, Jr 1.4, 5. “Mas quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe separou, e me chamou pela Sua graça” Gl 1.15. “Jesus subiu a um monte, e chamou os que ele quis…” Mc 3.13. “Paulo, servo Jesus Cristo, chamado para apostolo, separado para o Evangelho de Deus” Rm 1.1.
A Chamada eficaz para a liderança alcança o salvo onde e quando Deus achar conveniente. Com Paulo, foi na estrada de Damasco quando ia perseguindo a Igreja do Senhor. Com Moisés, foi no monte Horebe na visão da sarça ardente. Com Samuel, foi na Casa do Senhor. Com Pedro, André, Tiago e João foram às margens do Mar da Galiléia. Com Mateus, foi no local onde ele trabalhava, e assim por diante.
Entendendo que a Chamada é divina, nós devemos orar como Jesus ensinou em Lucas 10.2, para que Deus envie obreiros para a Sua Seara, ou seja, levante lideranças firmes, vocacionadas e eficazes para o Seu trabalho.

2) A Capacitação para a Liderança
“… Mas a nossa capacidade vem de Deus” 2 Co 3.5
As pessoas chamadas por Deus para exercerem a atividade de liderança são por Ele capacitadas para a executarem a contento. Deus, quando chama, se responsabiliza para capacitar a pessoa. A capacitação, segundo o propósito divino, é de acordo com a atividade de liderança que o Senhor tem designado para o seu servo. A Bíblia diz que quando o Senhor distribuiu os talentos deu a cada um segundo a sua capacidade (Mt 25.15). Referindo-se aos dons carismáticos, Paulo diz que o Espírito Santo os distribui particularmente a cada um como quer (1 Co 12.11). Entendemos por estes e outros textos bíblicos que a capacitação de Deus pode diferir de uma pessoa para outra. Deus, quando chamou a Moisés, o capacitou poderosamente para a grande tarefa que queria que ele realizasse: Tirar Israel do Egito e conduzi-lo até a terra da promessa. A capacitação de Moisés, como a de Paulo, começou muito antes da experiência de conversão. Moisés, no Egito, foi instruído em toda a ciência e sabedoria daquele grande povo (At 7.22). Paulo, nascido em Tarso, foi instruído aos pés de Gamaliel em Jerusalém, uns dos maiores mestres do seu tempo, (At 22.3). A capacitação de Moisés continuou no deserto de Midiã, pastoreando o rebanho de Jetro, seu sogro, e culminou com a concessão do poder de Deus, na experiência da sarça ardente, no Monte Horebe. A de Paulo continuou na estrada de Damasco, quando daquela experiência em que ouviu a voz do Senhor e viu a Sua luz e culminou naquela cidade quando foi cheio do Espírito Santo, após receber a imposição de mãos de Ananias. Tanto Paulo como Moisés foram capacitados por Deus para o exercício dos seus respectivos ministérios. Foram capacitados com profundo conhecimento humano, capacitados com um profundo conhecimento das Sagradas Escrituras e com concessão do poder de Deus.
Como em toda a Bíblia se percebe, as áreas da soberania divina e da responsabilidade humana andam juntas. Devemos entender que nessa área de capacitação a mesma coisa deve ser considerada. Deus tem feito Sua parte e nós também devemos fazer a nossa, no que se refere à capacitação. Para isso temos que dedicar mais tempo a oração, ao estudo da Palavra de Deus, a termos humildade de aprendermos como os nossos erros e com os dos outros e dedicarmos mais tempo a leitura em geral, especialmente, desse precioso assunto.

3) A Definição do Espaço da Liderança
“Mas, agora, Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis” 1 Co 12.18
Diante do que já vimos desenvolvendo, começamos a perceber que o Deus que chama e capacita, define também o espaço para que o seu servo exercite a atividade de liderança. É o que chamamos do homem certo no lugar certo. Se um homem foi chamado e capacitado para ser um Evangelista jamais será eficaz como Pastor. A mesma coisa acontece com um Pastor. Ele pode fazer a obra de um Evangelista como orientou Paulo a Timóteo (2 Tm 4.5), mas não será tão eficaz quanto um homem chamado para ser Evangelista. Um Evangelista só vê diante de si uma necessidade que é a de salvar almas, e, na propagação do Evangelho, ele é altamente eficaz. Já o Pastor tem a grande responsabilidade de pastorear as pessoas que já encontraram a salvação em Cristo Jesus.
A questão de definição de espaço é muito importante. Somente dentro do espaço reservado por Deus é que seremos líderes eficazes. A dificuldade que João marcos, sobrinho de Barnabé, sentiu foi a de justamente não ter sido chamado por Deus para ocupar o espaço na Obra Missionária da Igreja de Antioquia. O Espírito Santo tinha separado Barnabé e Paulo e não João Marcos. O resultado todos nós conhecemos, inclusive sendo ele a causa da separação daqueles dois grandes servos de Deus (At 13.1-5,13 e 15.36-39). Coré, Datã e Abirão sofreram duras conseqüências quando tentaram ocupar o espaço da liderança não designado por Deus. (Nm 16.1-3). O Caso de Saul, primeiro rei de Israel, mostra um líder querendo ocupar o espaço designado por Deus para outro líder (1 Sm 13.8-13). Também para ele a conseqüência não foi boa.
Assim como Paulo que tinha consciência do espaço reservado por Deus para o seu ministério (Gl 2.7,8), assim também devemos ter certeza do lugar onde Deus quer que desenvolvamos a nossa capacidade de liderança. Isto é possível se buscarmos a vontade de Deus para nossas vidas (Rm 12.1, 2; Ef 5.17).

4) O Exercício da Liderança
“Contanto que cumpra, com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus”. At 20.24
Chamado, capacitado e ocupando o espaço definido por Deus, começa o líder a exercer a sua atividade de liderança sob a bênção do Todo-Poderoso. Os frutos serão abundantes na medida em que ele for sendo fiel ao Senhor. Foi assim com Paulo, com Moisés, com Davi, com Salomão e com inúmeros servos de Deus ao longo da história bíblica e também da Igreja. Vejamos apenas um exemplo que foi o de Paulo. “Servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: apartai-me a Barnabé e a Paulo para a obra que os tenho chamado. Então depois de jejuarem e orarem, impuseram sobre eles as mãos e os despediram. Assim, enviados pelo Espírito Santo…” At 13.2-4. Chamado, capacitado, ocupando o espaço de Deus reservado para ele, vai agora Paulo confiante exercer o seu ministério, no caso, a sua primeira viagem missionária. Depois de executar aquela obra voltou para Antioquia, onde tinha sido recomendado à graça de Deus, juntamente com o seu companheiro Barnabé para a obra que acabara de realizar. “… Quando chegaram reuniram a Igreja, relataram quão grandes coisas o Senhor fizera por eles, e como abrira as portas aos gentios”. At 14.26, 27.
Escrevendo a Timóteo, o Apóstolo Paulo lembra ao jovem líder a necessidade de, no espaço definido por Deus, cumprir o ministério para o qual fora chamado. “… Cumpre o teu ministério”. 2 Tm 4.5.
É bom lembrar que no exercício da liderança surgem muitas lutas e problemas. Em nossa opinião, uma das maiores dificuldades que o líder cristão vai enfrentar é consigo mesmo, principalmente se ele tiver características autocráticas. Certamente, sentirá grandes dificuldades em delegar autoridade para que outros executem alguma tarefa. Terá dificuldade de trabalhar em equipe, de envolver a Igreja ou o grupo com uma metodologia de trabalho democrática. Sentirá também dificuldade de conviver harmoniosamente com outras lideranças, e assim por diante.
Acreditamos que, pensando nessa tendência do líder autocrático querer dominar e controlar tudo é que o Espírito Santo usando a instrumentalidade de Pedro diz: “Aos presbíteros que estão entre vós, admoesto eu… Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente, não por torpe ganância, mas de boa vontade; não como dominadores dos que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho”. 1 Pe 5.1-3.

5) A Recompensa da Liderança
“… E, se alguém me servir, meu Pai o honrará”. Jo 12.26
Sabemos pelas Sagradas Escrituras que o trabalho cristão tem sua recompensa determinada por Deus. Escrevendo aos Coríntios. Paulo diz: “Portanto, amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na Obra do Senhor, sabendo que, no Senhor Jesus Cristo o vosso trabalho não é vão” 1 Co 15.58. O nosso Senhor Jesus Cristo falou também sobre uma recompensa designada por Deus para aqueles que o servem fielmente: “E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terra, por causa do meu nome, receberá cem vezes, herdará a vida eterna” Mt 19.29. O apóstolo Paulo tinha uma convicção profunda sobre a recompensa que iria receber do Senhor; “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” 2 Tm 4.7, 8. O apóstolo Pedro também feriu o assunto quando disse: “… e quando se manifestar o sumo Pastor recebereis a imarcescível coroa de glória” 1 Pe 5.1-4. No livro do profeta Daniel, encontramos uma palavra dita pelo Senhor sobre o assunto àquele servo Seu: “Tu, porém, vai até ao fim; porque repousarás e estarás na tua sorte no fim dos dias” Dn 12.13.
Para àqueles líderes que desempenharam bem o seu papel, certamente receberão do Senhor a recompensa devida, conforme as promessas registradas em Sua Santa Palavra. Acreditamos que o líder deve trabalhar para Deus não visando uma recompensa e sim por gratidão. A recompensa é uma conseqüência natural de um bom trabalho. Deus é fiel e dará a cada um segundo a sua obra.

Conclusão
Temos visto que para se ter sucesso na vida cristã, como líder, a pessoa tem que ter sido chamada e capacitada por Deus, tem que ter de maneira bem clara, em seu coração, a noção do espaço de liderança definido por Deus, tem que estar trabalhando sob a direção divina e ter confiança nas promessas recompensadoras do Senhor.

Pr. Eudes Lopes Cavalcanti
Ministro Congregacional da ALIANÇA